Como o marketing médico pode ser alçar sua clínica ao sucesso?

Publicado 15/10/2021

Assim como todas as empresas, os consultórios médicos também buscam ter seu espaço no mercado. Com uma alta concorrência, é preciso uma diferenciação clara na proposta de valor da clínica para conquistar mais pacientes. Diversas possibilidades existem nesse sentido, onde uma das principais é o marketing médico.

Através dele, é possível ganhar grande visibilidade junto ao público. Ele serve tanto para deixar uma clínica conhecida no mercado quanto para expandir seu negócio, chegando a lugares onde antes não era possível.

Quer entender mais sobre como o marketing médico pode ajudar sua clínica? Então siga conosco e saiba mais!

O que é o marketing médico?

Antes de darmos nossas dicas de sucesso, é preciso primeiro entender o conceito de marketing médico. 

O marketing médico é o nicho do marketing voltado à medicina e seus profissionais. Simples, não é mesmo? Pode parecer que sim mas, ao aprofundarmos no tema, já começamos a enxergar algumas complicações.

O marketing médico engloba todos os estágios das ações de divulgação e publicidade destes espaços — sejam consultórios, clínicas, hospitais ou afins. Desde os planejamentos de lançamento da marca até ações de relacionamento no pós-consulta, todas as etapas devem ser pensadas do ponto de vista da comunicação da empresa.

Nesse sentido, há diversos pontos sensíveis, O principal deles, talvez, seja o fato de que não existem clientes dentro do marketing médico, mas sim, pacientes. Pode parecer apenas uma distinção de nome, quase como um sinônimo, mas há uma grande mudança das estratégias a partir do momento em que se compreende que seu público-alvo são pessoas com problemas de saúde.

O que entra nessa etapa?

Diversos objetivos podem entrar no planejamento do marketing médico. Aqui, tudo varia conforme o seu investimento e o desejo final. Ou seja, as ferramentas e suportes utilizados mudarão conforme o objetivo da campanha e os valores disponíveis para buscar seu atingimento.

Algumas das opções mais comuns são:

  • Assessoria de imprensa ou publicidade: aqui, o foco é visibilidade nos meios tradicionais, como jornais, rádios, televisão e portais;
  • Criação de sites;
  • Campanhas de mídia tradicional: são ideais para outdoors, busdoors, flyers, folders e afins. Seu objetivo é ganhar visibilidade em alguma cidade ou bairro específico;
  • Campanhas de anúncios online: banners em portais e sites, campanhas no Google, publicidades nas redes sociais, entre outros. Seu foco costuma ser no alcance mais segmentado e qualificado de pessoas;
  • Marketing de conteúdo: blogposts, e-books, e-mail marketing e outras ferramentas. Muito utilizado para fortalecimento de marca e ações de relacionamento;
  • Social media: redes sociais, interação com os seguidores, postagens e controle do conteúdo. Sua premissa é conquistar seguidores e usar esse espaço na internet para divulgação.

Essas são algumas das coisas que o marketing médico pode proporcionar ao profissional que o buscar. 

Agora, antes de falarmos sobre as dicas de sucesso e todos os macetes que o mercado não te conta, precisamos tratar sobre o que não pode, em hipótese alguma, ser feito.

A regulamentação do CFM

Como você deve saber, o Conselho Federal de Medicina (CFM) conta com diversas regulamentações sobre o exercício da profissão. Dentre tantos direitos e deveres, o marketing médico não poderia ficar de fora.

A resolução 1974/11 trata sobre a publicidade médica, com o objetivo de impedir, dentre várias questões, o sensacionalismo e a mercantilização da medicina, buscando um controle mais justo e ético do que é veiculado.

Assim, antes de começar a planejar suas campanhas, confira algumas das restrições que você deverá ter cuidado:

Preço

Nós sabemos que o valor é uma das principais ferramentas na hora de conquistar novos clientes. No comércio varejista, o uso de campanhas com foco na divulgação das promoções é um ponto-chave do negócio. Porém, com a regulamentação do marketing médico, este tipo de ação não é mais permitida.

Aqui, entram também outros detalhes — termos como “o melhor”, “o mais barato” ou “resultados garantidos” são passíveis de punição, pois vão contra a resolução do CFM.

A divulgação dos aparelhos utilizados na clínica (como marcas e modelos) também é vetada.

Identificação dos pacientes

marketing médico

Mesmo que com a autorização do paciente, o Conselho Federal de Medicina proíbe a utilização de fotos dos tratamentos em campanhas de publicidade. Um dos motivos é a constante divulgação dos chamados “antes e depois”, ato ilegal no país, pois gera uma garantia de um resultado que não depende apenas do médico.

Neste quesito, entram também a proibição do nome, voz ou demais características que os identifiquem.

Foco em menores de idade

O CFM também proíbe o uso de campanhas, imagens, divulgação, tom de voz ou demais tipos de “encantos” direcionados a crianças ou adolescentes. 

O motivo é claro: isso é crime no país, conforme diz o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

4 dicas de marketing médico para melhorar sua atuação

Agora que você já sabe tudo sobre marketing médico, que tal ser o próximo destaque no seu segmento? Com algumas mudanças, é possível melhorar sua visão de mercado, ganhando espaço entre a concorrência e se destacando para melhorar as finanças. Confira abaixo quatro dicas essenciais para este tipo de ação.

1. Saia do comum e habitual

É costume das pessoas que não são habituadas à comunicação acreditarem que as mídias tradicionais são a melhor aposta em divulgação. Não é à toa que ainda existem diversos outdoors pelas cidades, carros de som, encartes, entregas de folders e afins.

Isso não quer dizer que estas sejam ações insignificantes — pelo contrário, elas têm o seu efeito — porém há um alcance limitado e um investimento alto.

Vamos pensar no uso de cartazes para clínicas. Esta é uma ação de marketing médico que pode ser ineficiente. Quem busca tratamento para problemas de saúde nem sempre presta atenção em postes de rua, entradas de supermercado, paradas de ônibus, etc. Ainda há quem use, também, a entrega de panfletos em semáforos e avenidas, o que pode trazer pouco impacto e muito desperdício de dinheiro, já que a entrega acontece indiscriminadamente para todos que ali param.

Por este motivo, é preciso sair do comum. Investir em marketing digital é a saída mais vantajosa e adaptável ao seu bolso. Você pode investir pouco ou muito, conforme os resultados que deseja.

Também é possível monitorar campanhas, pausá-las, mudar estratégias e alterar as ideias em pouco tempo. Estas questões não podem ser realizadas na mídia tradicional, por exemplo (ou, pelo menos, não com tanta agilidade).

2. Tenha um site

Para que as pessoas cheguem até você, é preciso ter um lugar central, que centralize todos os esforços e que seja o organizador das informações. Esta é a função do site no marketing médico.

Investir em um portal estável e de qualidade, com informações precisas, legíveis, acessíveis e atualizadas é o passo mais fundamental para quem quer atuar na internet. Pense em todas as vezes que você precisou procurar informações e não as encontrou, pois a marca não tinha um lugar útil e prático para te comunicar o necessário.

Sem um site, você perde vendas, não consegue passar sua mensagem e acaba ficando no escuro perante seus concorrentes.

Nele, é possível realizar diversas atividades, como o atendimento via chat, agendamento de consultas, cadastros para centralização de receituário digital e telemedicina, entre outros, inclusive aparecer no Google! Ao ter um ponto de partida único para todas suas informações, você consegue, inclusive, monitorar os acessos e perceber onde está falhando nesta estratégia.

3. Blog é válido, sim!

Apesar de ser uma forma mais antiga de criar conteúdo, o blog, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não foi soterrado pelas redes sociais. Há espaço para tudo, inclusive para uma criação de conteúdo de qualidade. Aqui, faz parte da estratégia muita informação, prestação de serviços e a resolução de dúvidas dos leitores.

Por meio de blogposts, você consegue atender brevemente a questões como, por exemplo, o que são as doenças, quais seus sintomas, onde buscar tratamento e, a partir deste ponto, oferecer seus serviços. Os conteúdos servirão como uma isca, aquela prévia que dá um pouco de informação e capta o interesse do leitor para saber mais. 

Com a liberação da telemedicina pelo CFM no Brasil todo, já é possível atender a clientes de qualquer lugar com o uso de sites de atendimento, chats ou WhatsApp. Assim, fica a cargo do setor responsável por este contato a conquista para agendar consultas e finalizar o ciclo de vendas, concluindo a missão do marketing médico.

4. Conte com o apoio de especialistas

A criação de material digital para marketing médico pode ser mais complexa do que parece. Ela envolve diversas questões, como, por exemplo, as regras que tratamos anteriormente.

Para quem não deseja passar por problemas, sejam eles de execução ou judiciais, é preciso contar com um time que, além de qualificado, tenha conhecimento sobre estas questões.

Na Arcana, nossa equipe está habituada a atender desde clínicas e consultórios até escolas médicas, que lidam diariamente com questões dos conselhos federais e regionais de cada área. Desta forma, temos as qualificações necessárias para criar seus conteúdos sem estresses e com alto rendimento, por já ter bagagem no mercado.


Agora que você já compreendeu como funciona o marketing médico e as formas de realizá-lo de maneira ética e eficiente, que tal colocar todo este conhecimento em prática? Caso você não tenha habilidades para isso, conte com a Arcana. Clique aqui para falar com a nossa equipe.

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